sábado, 16 de janeiro de 2010

Navego nas memórias


Sempre me inspiras porque as memórias não têm tempo

Todo o tempo…é o tempo das memórias

Adormecidas, acordadas, pedras sempre prontas ao arremesso

Não me deixam na penumbra, as memórias sem tempo

Reluz sempre o seu brilho invisível que me ilumina a alma

Sempre naveguei inspirado pelas memórias

Ondas que não me atormentam…inspiraste-me para além de ti

Inspirei-me por ti, já fora da existência dos corpos

Agora as memórias sem tempo

São os meus tempos memoráveis

Já em alto mar, olho a bússola da memória

Empurrada pelo destino a caravela prossegue o rumo

Memória após memória balança

Entre a aspiração e a descoberta dos novos rumos

Só nas memórias sinto que navego sem tempo…..

Nas memórias de ti me descubro...escondido entre as emoções do tempo.

Parto para lado nenhum

Algures nos tempos

Uma noite sem breu

Lua iluminada

Amor sem fim....

1 comentário:

metamorfose disse...

A memória é o espelho onde observámos os ausentes, tornando-os presentes!!!