Na onda do oceano, escrita a palavra
Vagueia empurrada pelos ventos
Trás a esperança, a saudade na mensagem
Velas hasteadas a velha caravela ruma sem destino
Navegantes que anseiam por descobrir o (a)mar
Arrojam mais que a palavra
Arrojo no querer ir mais além
Por (a)mares nunca antes sentidos
No destino desconhecido o encontro
No encontro a razão do sentir
O (a)mar por descobrir
Descoberta a razão perdeu-se o sentido
Agora navegam para avistar um farol
A caravela regressa dos (a)mares nunca antes sentidos
Aporta a caravela, os homens regressam á vida
Numa imensa e negra noite olharam o (a)mar
Lá longe fica a ilha desconhecida
Prometem que voltarão aos (a)mares por descobrir…

2 comentários:
;O)há sempre tanto por descobrir, até no que antes se pensa ter descoberto...Gostei, andas inspirado...beijinhos
Buscamos o que não temos, não somos, não sentimos ou não sabemos.
Ignoramos a superlativa grandeza do que é, sem mais!
.... podes ler a vida que vives mas não podes mudar uma palavra!
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