domingo, 20 de junho de 2010

(A)mares


Na onda do oceano, escrita a palavra

Vagueia empurrada pelos ventos

Trás a esperança, a saudade na mensagem

Velas hasteadas a velha caravela ruma sem destino

Navegantes que anseiam por descobrir o (a)mar

Arrojam mais que a palavra

Arrojo no querer ir mais além

Por (a)mares nunca antes sentidos

No destino desconhecido o encontro

No encontro a razão do sentir

O (a)mar por descobrir

Descoberta a razão perdeu-se o sentido

Agora navegam para avistar um farol

A caravela regressa dos (a)mares nunca antes sentidos

Aporta a caravela, os homens regressam á vida

Numa imensa e negra noite olharam o (a)mar

Lá longe fica a ilha desconhecida

Prometem que voltarão aos (a)mares por descobrir…

2 comentários:

Com-Traste disse...

;O)há sempre tanto por descobrir, até no que antes se pensa ter descoberto...Gostei, andas inspirado...beijinhos

metamorfose disse...

Buscamos o que não temos, não somos, não sentimos ou não sabemos.
Ignoramos a superlativa grandeza do que é, sem mais!
.... podes ler a vida que vives mas não podes mudar uma palavra!